Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

Apaguei-te

De tudo o que é físico, dos papeis, das memórias artificiais: do computador, do telefone. Tirei-te de vez de todo o lado onde te pudesse encontrar, mas não te consigo arrancar da minha cabeça. E isso dói. Como um castigo, uma chicotada, uma série de torturas. O orgulho não me deixa procurar-te, onde te sei encontrar. O amor próprio não me permite dar-te uma nova oportunidade de me pisares, de me magoares. Sabendo disso, como se nada eu soubesse ainda, passeio-me por ti, para que sejas tu a vir procurar-me. Para que me encontres. Engano-me e digo-me que, caso me voltes a ligar, a procurar, te vou ignorar. Sei que me minto. Tenho a certeza que ainda te sinto tão profundamente que te caio nos braços. E que confiança merece uma pessoa que não se acredita?
publicado por Brisa às 22:52
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